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quinta-feira, abril 25, 2013

É a vida!

Os políticos socialistas da situação e da oposição acham uma injustiça que:

  • uma empresa alemã tenha juros mais baixos que uma empresa portuguesa;
  • uma PME exportadora tenha juros mais baixos que um restaurante;
  • um restaurante tenha juros mais baixos que uma PME do sector da construção;
  • se receba menos dinheiro das casas de apostas por uma vitória do FC Porto no Dragão, do que por uma vitória do V Setúbal no mesmo jogo.
Leiam mais, leiam "O Rei Lear"... (Sublinho o comentário ao 3º vídeo)
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Postal atrasado dois dias, a 23 de Abril Shakespeare fez o seu 449º aniversário.

segunda-feira, julho 30, 2012

Acerca da Totoestratégia

A propósito de "Abertura de espírito e atenção aos sinais..." surgiu um comentário que se esperava:
"Podemos então falar de conceito de Totoestratégia? Onde o bilhete premiado sai a quem melhor equilibrar o rácio de determinação com atenção ao sinais?"
Este é o momento em que recordo Shakespeare e o seu "O Rei Lear", o momento em que António Guterres vem à baila com o seu "É a vida!". A vida não é justa nem injusta, é a vida. A vida não é nem moral nem imoral é amoral.
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Consideremos um dado mercado. Representemos esse mercado como uma paisagem tridimensional:
As empresas são seres vivos que se encontram nesse espaço. Quanto mais alto subirem na paisagem, mais rendimento, mais sucesso têm.
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Para facilitar, vou, de seguida, representar a paisagem tridimensional a duas dimensões:
A paisagem representa o meio abiótico, o mercado onde as empresas competem.
Consideremos uma empresa em particular num tempo inicial:
A empresa define uma estratégia deliberada e começa a implementá-la com algum sucesso, por isso começa a sua mais ou menos lenta, mais ou menos rápida, escalada da paisagem competitiva:
E quando a empresa sonhava, antevia e antegozava um t3 com resultados ainda melhores, fruto da estratégia bem sucedida, de repente:
A paisagem alterou-se...
E aquilo que era bom acabou-se... e aquilo que era uma vantagem competitiva passou a ser um peso!!!
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E não há justiça... todo o esforço, todo o trabalho, todo o afinco colocado nessa estratégia que era a adequada quando o mundo, a paisagem abiótica, tinha um formato, deixou de ser relevante perante o novo mundo!!! Direitos adquiridos? É a vida!
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Por isso, César das Neves disse na última segunda-feira na TVI, que se o ministro da Economia soubesse algo acerca do futuro da economia, despedia-se e apostava nessa previsão para enriquecer. Ninguém pode ter a garantia de nada. E mais, a velocidade a que a paisagem se altera de forma brusca está a aumentar.
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BTW, a boa notícia é que a paisagem competitiva está, com o advento de Mongo, a ficar cada vez mais enrugada... por isso isto, por exemplo.

terça-feira, julho 19, 2011

Um ataque aos direitos adquiridos!

"Kodak: À procura de um novo foco"
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Os consumidores deviam ser obrigados a voltar a usar máquinas fotográficas com rolos Kodak.
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Como é que foi possível este ataque contra os direitos adquiridos da empresa, dos seus trabalhadores, dos seus fornecedores, dos seus agentes...
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A Kodak cometeu alguma ilegalidade?
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Quem acredita nesta lengalenga que leia "O Rei Lear"
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É a vida!
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Não há direitos adquiridos!!!

domingo, maio 24, 2009

Fake recoveries, os 3 amigos e a linguagem de carroceiro (parte III)

Na noite de sexta para sábado no canal RTP Memória vi um western, The Violent Men, com Glenn Ford, Edward G. Robinson e a voz poderosa de Barbara Stanwyck.
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O filme remeteu-me para a minha peça preferida de Shakespeare "O Rei Lear"

Pobre Cordelia falar a verdade... as irmãs cantaram ao pai a canção de embalo "My Little Buttercup".
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Cordelia falou-lhe na linguagem de "carroceiro"...
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O triste nesta peça é a sua amoralidade ou para moralidade, todos perdem, as embaladoras e a carroceira.